Guarulhos, assim como a maioria dos aeroportos brasileiros tem pouquíssimas opções de entretenimento para quem precisa ficar aguardando seu vôo na sala de desembarque. Pior que isso, nem opções para boas degustações a um preço justo existem. Internet free, só em sonho. Por sorte, meu primeiro vôo com a Pluna não atrasou. Sai praticamente no horário.
Como já sabia praticamente o que me esperava nesse vôo não me incomodei muito com nada. O avião da Pluna é mega pequeno, sem opções de entretenimento à bordo e sem opções de lanchinho grátis a bordo (ainda tem gente que reclama da GOL). De qualquer forma, um vôo de 2 horas e alguma coisa não foi tão dramático. Cheguei em Montevidéu por volta das 18:30hrs. Depois de fazer os procedimentos de desembarque, passar pelo raio-X do setor de conexão em Montevidéu ainda tentei abrir o note para ver algum e-mail. Foi uma consulta rápida porque em menos de 30 minutos já estavam nos chamando para o vôo de Buenos Aires.
Esse vôo foi super rápido. Desembarcamos no aeroparque por volta das 20:40. Chovia bastante em Buenos Aires e a temperatura estava bem mais baixa que em São Paulo. Acredito que fazia cerca de 11ºC naquele momento. Ainda estava com alguns reais para trocar mas com a fila absurda que se formou nas casas de câmbio preferi fazer um saque diretamente da conta. Para os clientes Citibank, você pode verificar pois alguns caixas automáticos de alguns bancos são isentos de taxas no exterior. Alem disso, você pode conversar com seu gerente e tentar ser isento das taxas conversão por saque internacional. Cobra-se apenas o valor que foi retirado convertido para o valor da sua conta.


Ainda tive tempo de tomar um café para trocar o dinheiro pois como saquei cerca de 100 pesos queria trocar. Apesar do café mega inflacionado valeu a pena pois estava sem comer desde São Paulo. O aeroparque conta com táxis que saem do aeroporto, tipo uma cooperativa do aeroporto. Você pode utilizar esses táxis (que são mais caros) ou ir um pouco mais para frente e tentar pegar um táxi de rua (que é mais barato). Fui na segunda opção.
O motorista era um portenho bem gente boa. Conversamos muito sobre o Brasil, minhas vezes em Buenos Aires, as cinzas do Vulcão (um dia antes da minha viagem, os aeroportos estavam fechados para pousos e decolagens devido as cinzas do vulcão chileno Puyehue). Ele tinha dito que eu estava com sorte pois aqueles dias estavam sendo caóticos para todos os portenhos devido às cinzas. Ele ainda me deu o cartão e me recomendou a cooperativa de táxi dele. Muito bacana.


Me deixou em frente ao meu apart em Buenos Aires. Fiquei no mesmo apart Hotel que tinha escolhido no ano anterior. Já comentei sobre ele em outro post. Dessa vez, a chegada foi bem mais tranqüila. O apartamento tinha energia, o check-in foi mega rápido, me entregaram a chave como na vez anterior e saíram. O rapaz da recepção só estava esperando a minha chegada e saiu.
Um único problema se repetiu. A questão da internet nesse hotel não funciona quando acessada do quarto. Precisamos ir a recepção para conseguir acessar a internet wi-fi que eles dizem que tem. Isso eu achei muito ruim mais uma vez. Jantei em um restaurante na Av, Córdoba e me preparei para minha primeira night portenha. Fui em uma discoteca bem interessante que não conhecia. Como todos sabem as noites portenhas só bombam a partir das duas da manhã. Mesmo assim, me antecipei e cheguei por volta da 01hr. Como era de se esperar, balada vazia até umas duas.

Uma coisa que eu detesto em Buenos Aires é a cerveja. A Quilmes consegue ser pior do que as cervejas brasileiras. E o preço não compensa. Realmente ponto negativo para os portenhos por não terem outras opções. Sempre que pedimos cerveja na argentina, grande parte dos clubes só oferece a Quilmes.
Noite interessante, corrida. Conheci alguns argentinos, conversei um pouco e la pelas 4 voltei pro hotel.
0 comentários:
Postar um comentário