domingo, 15 de janeiro de 2012

Uma agradável viagem ao Tigre

     Apesar de ter acordado um pouco tarde, planejava passar o dia inteiro em Tigre, me animei para ir a cidade. Por sorte, o tempo também ajudou. Então por volta das 10 da manha sai do apartamento, tomei meu café no McCafé que ficava praticamente em frente e peguei o subte para a estação retiro. Na própria estação é possível fazer a integração com a estação de trem. Basta subir as escadas. Algo similar ao que acontece na estação Central do trem e metrô, no Rio de Janeiro.
       Para chegar a Tigre existem duas formas pelo transporte público.
      1ª – Pegando o trem direto da Estação Retiro a Tigre – sentido Maipu. A passagem custa risórios 1 peso e alguma coisa.
   2ª – Pegando o trem da Estação Retiro Sentido Maipu até a Estação Mitre. Desse estação basta atravessar uma passarela para pegar o Trem de La Costa. Esse trem sai da estação Maipu até a estação Tigre. É um trem mais confortável e totalmente turístico e por isso mesmo, mais caro. Porem termina compensando porque você pode fazer parada em qualquer uma das estações e curtir um pouco de cada local. A estação San Isidro é muito recomendada por seu famoso restaurante.

      Eu quis experimentar as duas formas. Então quando desci na estação retiro comprei um ticket de trem no valor de 1,25 (pesos). O trem é daqueles antigos para não dizer velho, porem bem mais conservado do que os da SuperVia (concessionária que administra os trens no Rio de Janeiro).

      Foi uma viagem até que rápida. Chegando a estação Maipu bastou seguir as placas. Atravessar a ponte (tem escada rolante) e chegar a bilheteria do Tren de La Costa. A passagem custou cerca de 16 pesos. Por ser um dia de feriado, tinha muita gente e o trem partiu lotado da estação. Terminei optando por não parar em nenhuma parte e seguir direto.
     Quando cheguei a Tigre, fui ver no mapa da cidade (em frente ao famoso Parque de La Costa). É uma mapa reduzido mas da para ter uma idéia sobre a cidade e os pontos a visitar. Quando estava verificando o mapa, uma mulher se aproximou e me perguntou com seu espanhol embolado o que tinha para ver em Tigre. Logo que ouvi, percebi que era brasileira. E foi assim que conheci Simone, uma arquiteta brasileira que estava curtindo a capital portenha sozinha e tinha resolvido passar o dia em Tigre para fugir de uma paquera que a perturbava.

      Saimos para conhecer a cidade. Já no trajeto para o Puerto das Frutas passamos em frente ao Casino e eu recusei de pronto a idéia de conhecer. Não pelo casino em si mas pela questão financeira. Passamos do casino e chegamos ao Puerto de Frutas. Decidimos parar e comer algo. Depois ficamos vendo as lojinhas. O Puerto de Frutas é quase um mercadão aberto onde se vende de tudo, desde comida, a moveis, decorações, roupas e muitas coisas.
      Quem precisar redecorar sua casa, a dica é vá a Tigre. Eles tem realmente ótimas opões e pessoalmente não achei o preço tão abusivo. O difícil é trazer um lustre ou uma luminária que você adorou e conseguiu por uma pechincha num vôo da Pluna. É de chorar. Gostamos muito das coisas dessa região. A oferta é bem farta. Também encontramos muitos restaurantes nessa região. O engraçado é que em Tigre você não vê uma urbanização vertical tão grande. A cidade é bem povoada de casas mas poucos prédios residenciais.

     Passamos ainda no Porto mas francamente, eu não tinha a mínima vontade de fazer o passeio de barco. Primeiro porque considero um passeio mega casal (e eu to fugindo desse tipo de atração) e segundo porque apesar do sol estava fazendo frio. Mas motivos impossível. Depois dessa região, voltamos para tentar achar um restaurante para almoçar.

     Achamos uma parrilla muito boa mas o preço desanimador. Bem mais caro do que um almoço comum na capital. Enfim, depois ainda fui andar um pouco pela Av. Mitre e paramos na Plaza Italia para conversar. Já pela tarde me despedi dessa menina que voltaria pelo trem de la costa e fui encontrar o amigo do meu amigo em Tigre. Ele mora num dos poucos apartamentos de Tigre. Mora no ultimo andar (o 6° andar). Fiquei de praticar português com ele mas terminamos misturando inglês e um pouco de francês. Foi bem divertido.
     Já a noite, voltei a andar pela Av. Mitre, passei pelo McDonalds e cheguei à estação de Trem. A estação era bem mais conservada do que a estação de retiro. Então pequei o trem para retiro que custou $1,35. Bem mais barato que o trem de la costa.
    Estando num trem urbano se tem muito contato com os portenhos e isso foi muito bacana. Uma curiosidade desse trem é que alguns vagões não continham bancos. Esses estações eram destinados para colocar bicicletas, bolsas, malas e etc. Achei interessante. Apesar de ver varias pessoas sentadas no chão.

      De volta a capital Portenha, tomei um táxi para casa e depois ainda tive folego para um a um pub e fechar a noite.

sábado, 7 de janeiro de 2012

A famosa feirinha de San Telmo de domingo

       Independente da época, domingo é dia de feirinha de San Telmo. Sai do hotel por volta das 11 horas e fui visitar a feirinha. Engraçado que eu sempre pegava um táxi direto para lá e nunca me dei conta de quanto ficava próximo ao centro. Dessa vez ainda tentei pegar um ônibus mas como estava sem moedas resolvi não arriscar.
    Peguei um táxi e o taxista me deixou no centro da feirinha. Caminhei bastante, comprei algumas lembrancinhas e fui caminhando por toda a feirinha. Caminhei muito até que de repente cheguei na Plaza 25 de Março. Sim, onde fica a casa Rosada ao lado da estação do subte de mesmo nome. Nunca que eu ia imaginar que tudo ficava tão perto.

      Então fica a dica. Quem quiser ir a Feirinha de San Telmo economizando bastante, pegue o subte até a estação 25 de Marzo e depois basta caminhar para o lado direito da casa rosada. Nesse dia, quando cheguei a casa rosada ela estava aberta para visitação. Nem acreditei e entrei logo. A visitação é grátis e você pode subir para visitar as outras partes da casa com as visitas guiadas. Gostei muito da visita. O mais curioso para mim foi que a casa rosada por dentro é “amarela”.

     Meio contraditório mas enfim, achei bem luxuosa a casa que nossa amiga “Cris” fica curtindo seu trabalho. Dali ainda dei uma passada em Puerto Madero para almoçar e depois voltei pela Florida e fui andando até o subte da 9 de Julio.
       Já estava meio que escurendo, passei pela Galerias Pacifico e relembrei nosso amado português (haviam vários meninos gritando pelo shopping em alto e bom som nosso idioma). Sai rapidamente e depois de andar bastante por essas ruas do centro. Próximo a uma parada do subte dois meninos de rua vieram para tentar me roubar. No mesmo instante que eu percebi entrei correndo no subte. Eles ainda tentaram me agarrar mas eu fui mais rápido e por sorte escapei de um desagradável momento. É bom ficar atento. Hoje em dia, com os efeitos imigratórios Buenos Aires tem mudado muito. A quantidade de brasileiros é absurda assim como imigrantes de outras localidades da America espanhola. Costa Rica, Peru e Bolívia são os mais facilmente identificáveis.
     Depois desse incidente voltei ao Hotel e depois de muita arrumação sai pra jantar com um amigo que mora em Once. Fui pela primeira vez de Subte até lá. Confesso que quando vi o Subte que serve essa região me assustei. O trem é mega antigo, daqueles que precisamos abrir a porta com a mão. Depois conversando com ele, fiquei sabendo que eles mantêm esses bondes em funcionamento para tentar preservar a cultura. Fiquei fã.


    Na volta, já eram quase meia noite e pouca e o subte já tinha fechado. Então fui caminhando até a Cordoba e depois tomei um táxi para casa. Me arrumei e fui para mais uma night portenha.
      O que eu mais gosto das nights portenhas são a variedade de coisas e pessoas para se conhecer. Apesar do ritmo ser dominado pela influencia americana, as pessoas transformam o ambiente. Sai da boate por volta das 4 e voltei ao hotel.Tinha planejado a segunda para visitar Tigre, custasse o que custar dessa vez Tigre não ia sair do meu planejamento.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Viagem Buenos Aires

      Guarulhos, assim como a maioria dos aeroportos brasileiros tem pouquíssimas opções de entretenimento para quem precisa ficar aguardando seu vôo na sala de desembarque. Pior que isso, nem opções para boas degustações a um preço justo existem. Internet free, só em sonho. Por sorte, meu primeiro vôo com a Pluna não atrasou. Sai praticamente no horário.


       Como já sabia praticamente o que me esperava nesse vôo não me incomodei muito com nada. O avião da Pluna é mega pequeno, sem opções de entretenimento à bordo e sem opções de lanchinho grátis a bordo (ainda tem gente que reclama da GOL). De qualquer forma, um vôo de 2 horas e alguma coisa não foi tão dramático. Cheguei em Montevidéu por volta das 18:30hrs. Depois de fazer os procedimentos de desembarque, passar pelo raio-X do setor de conexão em Montevidéu ainda tentei abrir o note para ver algum e-mail. Foi uma consulta rápida porque em menos de 30 minutos já estavam nos chamando para o vôo de Buenos Aires.
     Esse vôo foi super rápido. Desembarcamos no aeroparque por volta das 20:40. Chovia bastante em Buenos Aires e a temperatura estava bem mais baixa que em São Paulo. Acredito que fazia cerca de 11ºC naquele momento. Ainda estava com alguns reais para trocar mas com a fila absurda que se formou nas casas de câmbio preferi fazer um saque diretamente da conta. Para os clientes Citibank, você pode verificar pois alguns caixas automáticos de alguns bancos são isentos de taxas no exterior. Alem disso, você pode conversar com seu gerente e tentar ser isento das taxas conversão por saque internacional. Cobra-se apenas o valor que foi retirado convertido para o valor da sua conta.

      Ainda tive tempo de tomar um café para trocar o dinheiro pois como saquei cerca de 100 pesos queria trocar. Apesar do café mega inflacionado valeu a pena pois estava sem comer desde São Paulo. O aeroparque conta com táxis que saem do aeroporto, tipo uma cooperativa do aeroporto. Você pode utilizar esses táxis (que são mais caros) ou ir um pouco mais para frente e tentar pegar um táxi de rua (que é mais barato). Fui na segunda opção.
     O motorista era um portenho bem gente boa. Conversamos muito sobre o Brasil, minhas vezes em Buenos Aires, as cinzas do Vulcão (um dia antes da minha viagem, os aeroportos estavam fechados para pousos e decolagens devido as cinzas do vulcão chileno Puyehue). Ele tinha dito que eu estava com sorte pois aqueles dias estavam sendo caóticos para todos os portenhos devido às cinzas. Ele ainda me deu o cartão e me recomendou a cooperativa de táxi dele. Muito bacana.

      Me deixou em frente ao meu apart em Buenos Aires. Fiquei no mesmo apart Hotel que tinha escolhido no ano anterior. Já comentei sobre ele em outro post. Dessa vez, a chegada foi bem mais tranqüila. O apartamento tinha energia, o check-in foi mega rápido, me entregaram a chave como na vez anterior e saíram. O rapaz da recepção só estava esperando a minha chegada e saiu.
     Um único problema se repetiu. A questão da internet nesse hotel não funciona quando acessada do quarto. Precisamos ir a recepção para conseguir acessar a internet wi-fi que eles dizem que tem. Isso eu achei muito ruim mais uma vez. Jantei em um restaurante na Av, Córdoba e me preparei para minha primeira night portenha. Fui em uma discoteca bem interessante que não conhecia. Como todos sabem as noites portenhas só bombam a partir das duas da manhã. Mesmo assim, me antecipei e cheguei por volta da 01hr. Como era de se esperar, balada vazia até umas duas.

      Uma coisa que eu detesto em Buenos Aires é a cerveja. A Quilmes consegue ser pior do que as cervejas brasileiras. E o preço não compensa. Realmente ponto negativo para os portenhos por não terem outras opções. Sempre que pedimos cerveja na argentina, grande parte dos clubes só oferece a Quilmes.
      Noite interessante, corrida. Conheci alguns argentinos, conversei um pouco e la pelas 4 voltei pro hotel.

domingo, 1 de janeiro de 2012

O emocionante dia da viagem – To ficando craque em perder voo

     Depois de muita arrumação, corrida para tomar banho, me arrumar e resolver todos os problemas peguei um ônibus para o aeroporto Santos Dumont. Como sempre sai em cima da hora. O ônibus demorou nos engarrafamentos rotineiros da Avenida Brasil. Quando chegou na rodoviária já estava em pânico pois sabia que teria problemas na presidente vargas. Assim sendo, desci na rodoviária e fui tentar pegar um táxi.

     Por puro nervosismo e burrice terminei pegando um daqueles táxis da rodoviária. Mais caros e com um péssimo taxista que resolveu dar voltas no centro antes de chegar ao aeroporto mesmo eu insistindo que tinha pouco tempo. Resultado, uma corrida de 26 reias (caríssimo para o trajeto) e um voo perdido.
     Dica do dia (não peguem táxi da cooperativa da rodoviária). Quando cheguei no aeroporto ainda tentei argumentar com a mulher da webjet, dizendo que eram so alguns minutinhos e tal mas não teve jeito. Check-in fechado é check-in fechado. Não dava tempo nem de pegar um ônibus. Então a solução foi correr para tentar embarcar em outra companhia.
     As passagens estavam mega caras logicamente. Comprar passagem diretamente no aeroporto é a pior experiência que podemos ter. Outro detalhe crucial é que não haviam vôos diretos do Santos Dumont para Guarulhos (de onde partiria meu vôo para Buenos Aires). De qualquer forma, não podia me dar ao luxo de perder o vôo em São Paulo. Então com o coração na mão sai pesquisando em todas as companhias os próximos vôos para São Paulo, mesmo que para Congonhas.
      Os preços estavam iguais (acho que rola um cartel no aeroporto, só pode ser isso). No fim, decidi ir pela TAM que era o vôo mais próximo que eu tinha. Expliquei o ocorrido para a moça da TAM e ela me falou do ônibus gratuito que a TAM oferece entre os dois aeroportos. No fim terminou valendo a pena por não ter que pagar para me locomover até o outro aeroporto. O transito de São Paulo é ruim mas em dia de Sábado termina não sendo tão ruim.

    Passagem comprada. Check-in feito já sai correndo do balcão da TAM para a área de embarque. O embarque se deu bem rapidamente e rolou pelo chão. Saímos no horário marcado e apreciamos bem a vista da decolagem via Santos Dumont. Inegavelmente o Rio se torna mais lindo visto de cima.
     Vôo tranqüilo chegamos a Congonhas bem no meio do dia. Ao pegar minha mala já perguntei onde ficava o ônibus da TAM para o aeroporto de Guarulhos. Fui muito bem informado por todo mundo e fiquei aguardando o ônibus sair. Ainda passei na farmácia para comprar aqueles itens básicos de higiene e depois peguei o ônibus para Guarulhos. Para ter acesso ao ônibus, basta apresentar sua passagem da TAM (mesmo utilizada no dia, vale como entrada, não precisa realizar pagamento).

    Engraçado foi que a viagem entre os aeroportos de São Paulo teve tempo de duração superior ao da viagem de Rio a São Paulo. Cheguei a Guarulhos faltando três horas para o meu embarque. Fiquei enrolando um pouco em Guarulhos e fui fazer meu check-in para me livrar da mala.
   O aeroporto de Guarulhos tem dois terminais em operação com 2 asas cada. O check-in da Pluna é realizado no Terminal 2 asa C. Sai dali e fui andar pelo aeroporto com minha mochila em busca de algum restaurante para almoçar. Engraçado pois em Guarulhos existem duas opções de restaurantes no piso de embarque. Na verdade, para mim existe apenas uma. Depois de muito procurar, ate vi o Terra Azul mas não gostei do cardápio e acabei indo ao Viena. Para mim, a única opção para quem não quer morrer no prato executivo. O Viena funciona no esquema Self Service e não dói tanto no bolso. Recomendo para quem precisar/quiser almoçar em Guarulhos e quiser correr dos snackers e dos famosos Mcdonalds e Bobs. Infelizmente só tem essas duas opções.
      O Viena fica no terminal 1, bem escondidinho no cantinho após o Check-In da Air France/KLM. Depois do almoço ainda fiquei enrolando mais um tempinho e depois fui para a fila no setor de embarque internacional. 

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012!!!

     Desejo a todos os meus leitores um 2012 incrível, de muitas realizações, desejos e muitas viagens!!!!
     Pra mim, estou trabalhando para isso!!
     Feliz 2012!!!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

No total o Planejamento seria:

        O meu planejado (nesses dois dias seria):
    Vôo de Rio a São Paulo (decidi por um vôo porque não queria iniciar  a viagem me maneira desconfortável – um dos grandes erros da viagem pois no começo estava mais disposto e não teria problemas em encarar um bus –além disso apesar de achar bem barato o vôo que comprei pela Webjet, o barato saiu caro, no próximo post você saberá o motivo).

       Vôo de São Paulo a Buenos Aires – esse vôo eu comprei num daqueles impulsos que recebemos na mente. Achei que estava fazendo um grande negócio e no fim não pareceu tão mal.
       Travessia de Buenos Aires a Colonia no Uruguai via Buquebus. Pesquisei as outras opções de travessia. Sairiam até mais baratos mas como comprei em cima da hora e não queria comprar amarrado (ida e volta) para tentar ser o mais flexível possível terminei comprando no Buquebus. Outro grande erro fatal. A volta eu tinha decidido experimentar via Sol de avião. Mas terminei não o fazendo.

       De São Paulo a Assunção – eu gostaria de ter feito esse trajeto de ônibus. Na verdade não fazia tanta diferença a não ser pelo horário que era meio tosco. No fim, a passagem custou tão barato que nem me importou tanto. Foi um achado e acredito que foi um acerto.
     De Assunção a Santiago – aqui não teria jeito. Tinha que fazer de avião. O grande problema era a distancia. A passagem também não foi tão cara apesar do horário ser péssimo. De tudo não foi ruim.
       De Santiago a Lima – Quando iniciei a viagem, pensava em fazer essa rota incluindo Lima. Para baratear pegaria um vôo de Santiago a Arica, atravessaria a fronteira de táxi e pegaria um vôo de Tacna a Lima.

      De Lima a Cusco – Aqui seria voo mesmo. Já pensava em utilizar a Star Peru por aqui. Como vi que não variava muito o preço das passagens no Peru decidi comprar por la mesmo.
     De Cusco a La Paz – o Planejamento era fazer via aérea também com a AeroSur. Os preços também não variavam muito então resolvi arriscar e deixar para comprar na hora.

     De La Paz ao Brasil – não deu tempo para chegar no planejamento desse trecho. Já estava no final do dia da sexta-feira. Resolvi me entregar ao espírito mochileiro e me deixei levar.
    Até que na sexta-feira ainda precisei passar no shopping para comprar uma mochila e quando eu vi, o Sábado chegou mais rápido do que eu esperava. Passei a noite toda arrumando mala e vendo o que precisaria. Foi uma noite daquelas... Até que chegou do dia.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal!!!!

     Natal é momento de reflexão, planejamentos, união e principalmente esse sentimento de fraternidade que nos une. Que esse natal seja a conexão de sentimentos maravilhosas entre as pessoas em todas as partes de mundo. Que o menino Jesus nasça de uma forma especial no coração de todos as pessoas em todos os lugares do mundo.

      Feliz Natal!